Que forro escolher?

A escolha de um forro que atenda as necessidades dos ambientes que compõem o projeto de uma obra corporativa dever ser feita de maneira cautelosa. Essa tarefa pode ser árdua, pois deve levar em consideração diferentes fatores para que o resultado seja satisfatório.


Embora para os leigos o forro seja apenas mais um elemento da obra, nós do ramo entendemos que não se trata apenas de um plano sob a laje, que cada modelo possui propriedades técnicas diferentes que influenciarão no estrutural, na estética, na expectativa de vida útil, no desempenho, na eficiência, na sustentabilidade, na manutenção e na vida útil das edificações. Mas afinal quais são os pontos imprescindíveis para guiar essa escolha?



Quais considerações tomar para definir o acabamento de forro?

Material/Acabamento - Inúmeras são as variações, os materiais, as modulações, os tipos de borda, os acabamentos da superfície aparente e outros e cabe ao arquiteto especificador à escolha do modelo que venha a compor o ambiente como um todo de acordo com o projetado pelo mesmo.


Acesso ao plenum - Se esta for uma das necessidades do ambiente a escolha por um forro modular removível será a solução, pois possibilitará fácil acesso para manutenção das instalações diversas já que os monolíticos necessitam de alçapão para esta função.


Desempenho acústico - Após identificar a(s) necessidade(s) do espaço (absorção e/ou isolamento acústico) índices como NRC, CAC, SRA, AC, SABIN e outros terão que ser observados pelo arquiteto para escolha do modelo a ser adotado visando o conforto acústico do ambiente.


Desempenho térmico - O coeficiente térmico do modelo almejado deverá ser averiguado para garantia da manutenção de temperaturas agradáveis no interior da edificação.


Resistência ao fogo - Resistência ao fogo pode ser definida como a capacidade do material de suportar a ação do incêndio, impedindo por determinado período sua propagação e preservando a estabilidade da edificação. A classificação do modelo adotado deverá respeitar a legislação de segurança contra incêndio local.


Refletância luminosa – Percentual de luz refletida pela superfície do forro, quanto maior a refletância maior a redução dos custos de iluminação e energia.


Resistência à deformação - A temperatura e a umidade podem afetar alguns modelos de forro, sua dimensão e a estabilidade plana. Então se faz necessário verificar este dado técnico do material a ser especificado e correlacioná-lo com a temperatura e umidade relativa do ar máxima do local da instalação.


Conteúdo reciclado - Percentual de material reciclado que compõe um material. Reciclar, reaproveitar materiais usados para confecção de novos produtos, tornou-se uma atitude cada vez mais importante para a preservação do meio ambiente que é riqueza intangível. Através da reciclagem economizamos energia, poupamos recursos naturais e trazemos de volta ao ciclo produtivo o que jogamos fora, demonstrando a nossa preocupação com as gerações futuras.


Sistema de suspensão – Vários são os sistemas existentes, podem ser aparentes ou ocultos, lisos ou frisados, largos ou estreitos e etc. O forro modular pode ser disposto em um único plano ou em vários, pode ocupar totalmente o espaço ou somente parte dele (disposto tipo ilha e acabado em seu perímetro por perfil metálico). Através de cabos presos a cobertura, nuvens e baffles podem ser suspensos individualmente ou em grupo de acordo com o que foi arquitetado.


Peso, custo, garantia, laudos e outros também devem ser levados em consideração para definição do modelo a ser adotado. Então informação na mão ruma à especificação.



Até a próxima!

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